Molecagem
Parecia tão fácil.
Era só crescer, estudar, trabalhar, ter família.
E depois de trabalhar
(3º item dessa lista, dessa Ordem) a gente para pra pensar que tem família, sem
ter família. Não nos moldes da Ordem, mas tem uma galera aí. Uma galera que é
super por nós.
Esse lance é mesmo
bem introjetado, internalizado como sociedade. É forte, estável, duradouro
dentro da própria lógica.
Hoje, me sinto mais
responsável, porém menos responsabilizável. E por sinal a molecagem me
reapareceu. Tava muito sério para ser sincero. E sério, como vemos, pode ser
muito sério. E eu não quero, nem preciso desse compromisso todo.
Valeu aí quem tentou me
convencer do contrário! Vocês foram (e continuam a ser) persistentes!
O Carro do Sorvete
acabou de passar e vou continuar sendo o moleque chupando picolé sentado na
calçada mesmo. Me cai bem.
(A propósito) e quem
quiser brincar...terça-feira, na frente da pista de skate (lá tem gente
brincando também), Praia do Flamengo, sete da noite.
Último a chegar é a
mulher do padre (punição severa)
e
Quem falar primeiro
vai se ver com a vaca amarela!
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